(De sexta passada, à noite)
Revôlvo e procuro a criatividade, numa elevação em catadupla que é falsa matéria - agitação; estremeço a hora e calcorreio neste frémito absurdo caminhos entrepostos, extravazantes artérias entroncamentos do cerebral maquinal aldeia; acordo, e constato que acordo, e discordo, e acordo, e discordo; Disco, o disco, o disco! que gira e toca e gira esta sobreposição repetente de indormência, estrebucho do sono não-sono que é querer, querer voar, querer soar e ultrapassar a mera métrica, ir além de rappers ou rimas (sonoras). Tudo porque há que acreditar, no maior, no eu maior, no ego de persistir que é o motor objecto disto; Ela, aspiração, Cafeína. (Ritmo ou sequência Maíusculas.)
Oh, a destruição pela positiva que é enquanto se acredita e os gongos do agora são suficientemente ensurdecedores.
Oh, o caos simples que é o gerar caos pouco simples, extempérie de partes recicladas do Propósito Real que é por lá por "onde", e cuja latência pende e verga e se torna enfim geradora - há forças motrizes por detrás dos vernizes, do estalar dos vernizes; dizem as não-revistas que onde há vernizes há varizes; acredito mas desacredito, pois:
sei lá, é tudo uma questão de (outro) não forçar na interpretação e de verificar, agora sim, o espaço em preenchimento, mutante de potencial, ebulição e confusão a acamar na coragem expressa e confessa que será então o novo papel da Humanidade.
Oh, Oh!, interjeição de mim. Alunar no antigo antigo, o início, a parte que é constante e subleva o carnal animal dispersor, alguma viscosidade da demência apenas como o enxôfre que escorre das partes musculadas e vivas, bem assente e firme o Minotauro cujo cotovelo é assente em força e prenúncia no joelho de flectir e preparar, personificação do animal estar à tona do labirinto e silenciar agora o esbaforir incómodo ausente.
Tresloucados vícios e derrotas os despojos só. Agora é... é....
Quem sabe. Amplificadas as virtudes mas também o difícil, espaço megafone do indefinido, de tudo um "quem sabe?".
Quem sabe.
Desistência ou descanso?
Quem sabe.
"Sabes?"
"Sim sei. Relaxa."
"Mas eu estou, é isto."
"Bolas, bolas. Vou agora ter que explicar que não se trata de te acusar que não estás? Não. Se estás estás. Se é isto é isto. Mas não vou nem dizer nada disto que (e até porque) apenas fiz eco de sequer pensar que, Bolas! nah."
«bzzzzzzzt» (som de circuitos) "Sim, mas eu não disse isso. Apenas disse isto."
Cansaço.
Adiante - Que hoje é um tão novo dia noite. Tão maravilhoso quão os grãos de sol e os raios de café brilhantes exilerantes.
Oh, máxima país, ciência-prazer de reportar ao e dirigir para "lá", busca-fazer de não mais sentir, falta do isto, de não mais sentir, isto-aquilo, de não mais sentir, menos, de não mais não mais, não mais.
Romper com as amarras Zen do perpetuar, fórmula permissividade, pouco.
Ah, mundo-droga e "e"s tantos.
Ah! Oh! Uh! (Citação de filme do Bruce Lee. É só cultura.) Mas chega. Saio do palco película. Exaspero mas não desespero... Uff! Aguentei-me à bronca. Que treino. Que Nortadas. Que desnorte. Uff! E suo por todos os poros.
Como o cancro é a morte do reles plebeu, o avc é a morte do artista.
E que morte.
Uuuufffffff (isto já não sei de onde é que estou a citar. Fica pra quem quiser sitiar. Ah boa, dos Sitiados. O quê só porque o nome é parecido? Isso e cenas.)
Isto e cenas,
resumindo
e conclu-
A
V
C